-632. Em 3 de abril de 2006, foi realizada a audiência pública sobre mérito e eventuais reparações e custas, na qual compareceram: a) pela Comissão Interamericana: Evelio Fernández e Santiago A. Canton, delegados; Víctor H. Madrigal Borloz, Lilly Ching, Juan Pablo Albán, Carlos Zelada e Ignacio Álvarez, assessores jurídicos; b) pelas supostas vítimas: Juan Pablo Olmedo, representante, e Ciro Colombana López, assessor; e c) pelo Estado do Chile: Amira Esquivel Utreras, Agente; Patricio Aguirre Vacchieri e Virginia Barahona Lara. Além disso, compareceram perante a Corte as testemunhas e peritos propostos pelas partes (par. 23 supra e par. 49 infra). Ademais, a Corte recebeu as alegações finais da Comissão, do representante e do Estado. Ao finalizar a audiência pública, o representante apresentou um exemplar do livro intitulado “Derechos fundamentales y recursos de protección”, de Gastón Gómez Bernales (par. 40 infra). 33. Em 18 de maio de 2006, a Comissão apresentou suas alegações finais escritas sobre o mérito e as eventuais reparações e custas. Em 23 de maio de 2006, a Comissão apresentou um anexo a estas alegações finais. 34. Em 18 de maio de 2006, o representante das supostas vítimas enviou suas alegações finais escritas, às quais anexou documentação no dia seguinte. O representante apresentou um “resumo dos resultados do Estudo de Monitoramento de Acesso à Informação realizado [pela Open Society Justice Initiative] [em] 2004, em 14 países, incluindo o Chile”, em relação à prova cuja apresentação foi admitida pela Corte em sua Resolução de 7 de fevereiro de 2006 (par. 23 supra). 35. Em 19 de maio de 2006, o Estado apresentou suas alegações finais escritas. 36. Em 23 de maio de 2006, o Diretor Executivo da Open Society Justice Initiative apresentou o mesmo documento que havia sido enviado pelo representante das supostas vítimas em 18 de maio de 2006 (par. 34 supra). 37. Em 24 de maio de 2006, o representante enviou a versão no idioma espanhol do relatório da Open Society Justice Initiative, cuja versão em inglês havia sido apresentada em 13 de março de 2006 (par. 27 supra). 38. Em 5 de junho de 2006, o Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL) apresentou um escrito na qualidade de amicus curiae. 39. Em 5 de julho de 2006, a Secretaria, seguindo instruções do Presidente, solicitou à Comissão Interamericana e ao representante que apresentassem, no mais tardar em 14 de julho de 2006, determinados documentos como prova para melhor decidir. 40. Em 7 de junho de 2006, em resposta ao pedido da Secretaria, o representante enviou dois exemplares do livro intitulado “Derechos fundamentales y recursos de protección”, que havia apresentado ao final da audiência pública (par. 32 supra), os quais foram encaminhados às outras partes. 41. Em 11 de julho de 2006, a Comissão enviou a prova que lhe foi requerida através de comunicação de 5 de julho de 2006 (par. 39 supra). 42. Em 14 de julho de 2006, o Estado apresentou uma comunicação, através da qual enviou “comentários e observações” ao escrito enviado na qualidade de amicus curiae pelo CEJIL em 5 de junho de 2006 (par. 38 supra).

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