instrumento, em detrimento dos senhores Segundo Aniceto Norín Catrimán, Pascual Huentequeo
Pichún Paillalao e Víctor Manuel Ancalaf Llaupe, nos termos dos parágrafos 370 a 378 da presente
Sentença.
Por unanimidade, que:
7.
O Estado violou os direitos políticos, consagrados no artigo 23.1 da Convenção Americana
sobre os Direitos Humanos, em conexão ao artigo 1.1 do referido tratado, em detrimento dos
senhores Segundo Aniceto Norín Catrimán, Pascual Huentequeo Pichún Paillalao, Víctor Manuel
Ancalaf Llaupe, Juan Patricio Marileo Saravia, Florencio Jaime Marileo Saravia, José Benicio
Huenchunao Mariñán, Juan Ciriaco Millacheo Licán e da senhora Patricia Roxana Troncoso Robles,
nos termos dos parágrafos 379 a 386 da presente Sentença.
Por unanimidade, que:
8.
O Estado violou o direito de proteção à família, consagrado no artigo 17.1 da Convenção
Americana sobre Direitos Humanos, combinado com o artigo 1.1 do referido instrumento, em
detrimento do senhor Víctor Manuel Ancalaf Llaupe, nos termos dos parágrafos 401 a 410 da
presente Sentença.
Por unanimidade, que:
9.
Não dispõe de elementos suficientes que permitam concluir que o Estado tenha violado o
direito de proteção à família, consagrado no artigo 17.1 da Convenção Americana sobre Direitos
Humanos, em detrimento de Segundo Aniceto Norín Catrimán, Pascual Huentequeo Pichún Paillalao,
Juan Patricio Marileo Saravia, Florencio Jaime Marileo Saravia, José Benicio Huenchunao Mariñán,
Juan Ciriaco Millacheo Licán e da senhora Patricia Roxana Troncoso Robles, nos termos do parágrafo
411 da presente Sentença.
Por quatro votos a favor e dois contras, que:
10.
Não procede emitir um pronunciamento sobre a alegada violação do direito a um juiz ou
tribunal imparcial, consagrado no artigo 8.1 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, de
acordo com o assinalado nos parágrafos 193 e 229 da presente Sentença. Dissidentes os Juízes
Ventura Robles e Ferrer Mac-Gregor Poisot.
Por unanimidade, que:
11.
Não procede emitir um pronunciamento sobre a alegada violação do dever de adotar
disposições de direito interno, consagrado no artigo 2 da Convenção Americana sobre Direitos
Humanos, em relação ao direito da defesa a interrogar testemunhas, consagrado no artigo 8.2.f) do
referido instrumento, nos termos do parágrafo 261 da presente Sentença.
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