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Dr. Hugo A. Muñoz, Conselheiro
Dr. José Miguel Vivanco, Conselheiro
c)
Testemunhas apresentadas pela Comissão para declarar sobre "(s)e, entre os
anos de 1981 e 1984, (período no qual desapareceu Manfredo Velásquez) ocorreram
ou não em Honduras vários casos de pessoas que foram sequestradas e depois
desaparecidas, tendo sido estas ações imputáveis às Forças Armadas de Honduras e
contando ao menos com a aquiescência do Governo hondurenho":
Miguel Ángel Pavón Salazar, Deputado Suplente
Ramón Custodio López, médico cirurgião
Virgilio Carías, economista
Inés Consuelo Murillo, estudante
Efraín Díaz Arrivillaga, Deputado
Florencio Caballero, ex-militar
d)
Testemunhas apresentadas pela Comissão para declarar sobre "(s)e, entre os
anos de 1981 e 1984, existiram ou não em Honduras recursos internos eficazes para
proteger aquelas pessoas que foram sequestradas e depois desaparecidas em ações
imputáveis às Forças Armadas de Honduras":
Ramón Custodio López, médico cirurgião
Virgilio Carías, economista
Milton Jiménez Puerto, advogado
Inés Consuelo Murillo, estudante
René Velásquez Díaz, advogado
César Augusto Murillo, advogado
José Gonzalo Flores Trejo, sapateiro
e)
Testemunhas apresentadas pela Comissão para declarar sobre fatos específicos
relativos ao caso:
Leopoldo Aguilar Villalobos, publicitário
Zenaida Velásquez Rodríguez, assistente social.
f)
As seguintes testemunhas oferecidas pela Comissão não compareceram a estas
audiências:
Leónidas Torres Arias, ex-militar
Linda Drucker, jornalista
José María Palacios, advogado
Mauricio Villeda Bermúdez, advogado
José Isaías Vilorio, policial
29.
Depois de ter escutado as testemunhas, a Corte, por decisão de 7 de outubro
de 1987, solicitou as seguintes provas para melhor decidir:
A.
Prova documental:
1.
Solicitar ao Governo de Honduras, que envie o organograma do
Batalhão 316 e sua localização dentro das Forças Armadas de Honduras.
B.
Prova testemunhal: